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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Curso Superior de Espiritismo


Demorou um pouco, mas a “pureza doutrinária” de Kardec vai ser realmente colocada em prática. Não como diversos dirigentes espíritas desejam impor, mas formatada por pesquisas e processos de atualização constante que toda proposta séria deve se auto-impor.

Começa a funcionar no ano que vem o primeiro curso superior de Teologia Espírita do Brasil. O estudo da doutrina dos espíritos, codificada pelo educador e pesquisador francês Alan Kardec (1804-1869) há um século e meio, não será mais exclusividade dos centros espíritas espalhados pelo país.

A partir do ano que vem os adeptos da doutrina poderão estudá-la, com direito a diploma, beca e tudo o mais que uma graduação universitária dá direito. Foi o que decidiu o Ministério da Educação ao autorizar em setembro o funcionamento do primeiro curso de bacharelado em Teologia Espírita do Brasil, que será ministrado na Faculdade Dr. Leocádio José Correia, em Curitiba (PR). “A idéia do curso é formar não só bacharéis, mas também pesquisadores do espiritismo”, diz Maury Rodrigues da Cruz, presidente da Sociedade Brasileira de Espiritismo e idealizador do curso de quatro anos.

As inscrições para o vestibular estarão abertas até 13 de dezembro e os candidatos que disputarão as 100 vagas oferecidas terão de passar também por uma entrevista com especialistas. “É uma forma de avaliarmos melhor os interessados, assegurando o ingresso de pessoas realmente comprometidas com a pesquisa”, explica Cruz.

As bases da doutrina são a crença num Deus Único, criador de todo o Universo, e na imortalidade do espírito, que evolui sempre, por meio de várias encarnações.

Um dos objetivos do curso é a análise do espiritismo em suas linhas religiosa, filosófica e científica. A existência da alma, sua sobrevivência ao transe da morte e os fenômenos mediúnicos compõem um universo ainda pouco estudado nas rodas acadêmicas.

“É preciso dar massa crítica e espírito investigativo à obra de Kardec”, analisa Cruz. Nicete Bruno, espírita desde a juventude, aprova a criação da universidade. “No âmbito coletivo, o estudo dos fundamentos espíritas contribuirá para desmistificar muitos aspectos do espiritismo. E quem se habilitar a fazer a faculdade com certeza ganhará muito em autoconhecimento”, afirma a atriz.

O espiritismo surgiu na França no século XIX e tem no Brasil hoje sua maior comunidade. Segundo o último censo do IBGE são 2,34 milhões de adeptos. Como estima-se que os espíritas assumidos em todo o planeta não passem de 15 milhões, pode-se dizer que o Brasil é o país do espiritismo. Foi também em solo brasileiro que viveu Francisco Cândido Xavier (1910-2002), considerado o mais produtivo médium espírita. Em sua longa vida, Chico Xavier (semi-analfabeto e com tanto saber), como era conhecido, psicografou 418 títulos sob inspiração do espírito Emmanuel. Seus livros correram o mundo e chegaram ao volume de 25 milhões de exemplares vendidos.

Não pensem os mais afoitos, no entanto, que a escola é uma versão brasileira de Hogwarts, a escola de formação de bruxos dos livros e filmes de Harry Potter, personagem criado pela britânica J.K.Rowling.

A FALEC está oferecendo neste segundo semestre, aulas semanais gratuitas, ministradas pelos professores do curso de Graduação em Teologia Espírita, com o objetivo de promover uma visão geral sobre o curso e preparar a turma para o ingresso no 1º período, que começará em fevereiro de 2012.

O início dos "Encontros Semanais" está previsto para segunda quinzena de setembro/2011 e permanecerão até o final do ano letivo. Como a cada encontro é abordado uma temática específica, os interessados poderão ingressar a qualquer momento do semestre. É importante a sua participação no maior número possível de módulos para um maior entendimento sobre a abrangência do curso de Teologia Espírita.
Temas que serão abordados durante o semestre (aulas presenciais):

•   Os Fundamentos da Doutrina Espírita;
•   A Filosofia e o aprender a pensar;
•   Ciência Espírita;
•   O Conhecimento Espírita;
•   A Evolução do conceito de Deus ao longo da história humana;
•   A Religião Espírita;
•   A mediunidade: frequência e sintonia;
•   O processo mediúnico, a complexidade e a transdisciplinariedade;
•   Ética - a postura do espírito diante da vida;
•   Educação Espírita e o Exercer Mediúnico;
•   Mediunidade e linguagem filosófica, científica e cultural religiosa;
•   O Processo mediúnico e a construção da saúde;
•   Introdução à Sociologia Espírita;
•   Psicologia Existencial e Autoconhecimento;
•   Cosmologia e Física Quântica;
•   O Livro dos Espíritos;
•   Antropologia Espírita;

Quem desejar saber mais, entre no site: www.falec.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Carta Aberta Aos Médiuns

Quando nos propomos a falar de e para médiuns, nos colocamos em delicada posição, pois, bem sabemos tratar-se de sementeira fecunda e, ao mesmo tempo, ambiente propício para proliferação de ervas daninhas.

Colocar-se como candidato a médium ou desejar desenvolver tais faculdades, para tantos, pode parecer buscar uma posição de destaque, mas quando conhecemos as diretrizes traçadas por Jesus, faremos outra ideia.

Todo médium é falíveis. Sim, eu disse “todos”. Pois, aqueles que recebem essa incumbência nesse planeta escola, são tão ou mais devedores que aqueles que possuem a mediunidade no nível “padrão”, que é pertinente à todo espírito encarnado.

Tendência para errar, é traço comum à humanidade terrestre, não obstante, sempre encontramos as mãos do Mestre a nos guiar tal qual o fez com Pedro sob o Mar da Galiléia. A ninguém podemos considerar perdido porque cometeu esse ou aquele erro. As pernas foram feitas flexíveis para ser dobrarem e, logo depois, se esticarem novamente, avançando sempre, porque somente aprende andar, aquele que se arrisca à queda.

Devido às nossas tendências milenares ao erro, é que Jesus nos estimular à “orar e vigiar” sempre. Pois a todo aluno é exigida disciplina. O médium que se que cobre de ciúmes, também se esconde da Luz. O grande trabalho e missão de cada um é reformar o seu próprio interior, se resguardando de pensamentos e emoções nocivas.

O médium que mal diz do companheiro de missão, se esquece do amor irrestrito do Divino Mestre para com a mulher adúltera, esse médium ainda é cego, desejando guiar outros cegos. O sensitivo deve se ocupar a compreender a ciência da própria evolução.

A escola apostólica mediúnica é a base da própria existência planetária. O Cristo é para nós o Espírito da Verdade, cujas mãos nos tocam alertando-nos quando aos compromissos assumidos. Encontramos dentre seus seguidores maiores, o exemplar Bezerra de Menezes, que nos avisa em suas comunicações que é chegado o momento de sacrificarmos nossos prazeres mundanos em beneficio da construção da Terra regenerada, lembrando-nos sempre dos exemplos de Jesus, desde a Manjedoura até o sacrifício maior no Calvário.

Médiuns. A mediunidade é plano Divino gerido pela própria e divina experiência forjada em incontáveis de séculos. Não é um dom destinado a uma religião, muito menos trata-se de uma religião na acepção maior da palavra, mas é instrumento bendito concedido à todas elas. Também não é uma ciência, mas é instrumento de esclarecimento para todo cientista.

Mais um item devemos atentar: não julguemos os que estão à nossa frente, nem mal dizemos os que se encontram atrás de nós, pois cada um está no exato ponto onde Deus o colocou.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Não daremos mais as mãos...


Será necessário, para a perfeita harmonia das reuniões espiritas e afins, o ato de se fazer uma “corrente física” através da união das mãos dos médiuns ou da assistência?

Vamos aos pilares do Espiritismo para verificar tal questão, especificamente em O Livro dos Médiuns (Cap. XXV – Item: 15), onde Alan Kardec faz essa pergunta ao “Espirito Verdade”:

“15. É útil o hábito de formar corrente, dando-se as mãos por alguns minutos no começo das reuniões?”

            “— A corrente é um meio material que não produz a união entre vós se ela não existir nos pensamentos. Mais eficaz que essas coisas é a união num pensamento comum, apelando cada qual para os Espíritos bons. Não sabeis o que se poderia obter numa reunião séria, da qual se houvesse afastado sentimento de orgulho e de personalismo, reinando um perfeito sentimento de mútua cordialidade.”

Analisando tal resposta, não restam dúvidas quanto à ineficácia espiritual de tal ato material, onde há somente a união física, transmitindo, no máximo, alguma corrente de magnetismo animal que poderá inclusive perturbar a vibração mental do companheiro ao lado, se estes não estiverem em harmonia de pensamento. Segundo o Espírito Verdade, o que devemos procurar é a “união de pensamentos”, em detrimento de atos puramente físicos.

Bem sabemos que muitas pessoas desejam, de muito boa vontade, criar o melhor ambiente possível para as práticas mediúnicas, assim criam esse ou aquela forma para melhor harmonizar o ambiente. Não podemos jamais nos colocar na condição de mestre ou mentor desta ou daquela instituição que utilizam tais práticas e rituais, pois sabemos que cada um está no grau de evolução que lhe é pertinente.

Mas, para os espíritas, que almejam a sua própria espiritualização, quanto menos rituais e formativos apelos materiais, mais próximos estarão da elevação espiritual, onde a mente e a vontade são as ferramentas que fazem a real diferença.

Lembremos que o trabalho dos Espíritos Superiores é espiritualizar as almas que ainda engatinham na senda da evolução, e não podemos desgastar tais energias sublimes tentando “materializar” os Mentores de Luz.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Boris Kipriyanovich! Eles já estão entre nós



Boris Kipriyanovich, um jovem adolescente com 13 anos de idade, vem sendo notícia desde muito menino em vários jornais, revistas e documentários da TV do mundo inteiro.

Ele é considerado uma das mais destacadas "indigo-children", ou crianças índigo, uma nova geração de seres humanos dotados de faculdades especiais, com um alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, os Extraterrestres, os Mundos habitados, o passado remoto da Terra, os Mistérios da Antiguidade, e o futuro do Planeta.

Boriska nasceu na Rússia em 11 de janeiro de 1996 e sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich, descreve o trabalho de parto, dizendo que: "Foi muito rápido, não senti nenhuma dor e quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica, sei que não é habitual num recém-nascido esse olhar tão concentrado"...

Seus pais confessam sua preocupação pelo filho, pois temem que Boriska tenha certas dificuldades de convívio social, além de sofrer previamente com a visão de acontecimentos que vislumbra fora do tempo e vêm sempre a acontecer.

Em primeiro de setembro de 2004, durante a crise de Beslan (foi um ataque do exército russo à uma escola onde estavam reféns adultos e crianças por parte de um comando de chechenos), ele recusou-se  a sair de casa nesse dia porque pressentia algo terrível que ia acontecer, como efetivamente aconteceu. Nesse dia morreram 186 crianças e centenas de pessoas ficaram feridas durante a intervenção do exército na sua Escola.

Boriska começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia os jornais. Aos dois anos de idade, no jardim de infância, os professores perceberam que ele era diferente: aprendia tudo muito rapidamente e tinha uma memória extraordinária. Mais ainda mostrava ter conhecimentos que não eram adquiridos na escola.

Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas do Sistema Solar e seus respectivos satélites. Falava também de nomes e números de Galáxias. Isso pareceu assustador aos pais e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou vários livros de Astronomia e ficou estupefata ao constatar que Boris sabia mesmo o que dizia.

Ele afirma que já viveu em Marte noutra vida e diz que o planeta é habitado, embora tenha perdido uma vez a sua atmosfera, num passado remoto, devido a uma grande catástrofe. Mais afirma que, hoje, os marcianos, vivem em cidades subterrâneas. Daí o fato dos nossos cientistas dizerem que não há sinais de vida no "Planeta Vermelho" quando o observam. De resto, segundo a tese da Terra Oca, de vários autores de renome, aqui também existem cidades subterrâneas nos reinos internos conhecidos há milhares de anos pelos Mestres Hindus e Lamas Tibetanos.

Voltando à Boris, ele afirma, também, que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial num tempo muito remoto, quando a Terra era dominada pela civilização Lemuriana, cujo declínio, que ele próprio testemunhou, foi causado pela degradação espiritual da humanidade.

Sua mãe deu-lhe um livro intitulado “Whom We Are Originated From”, - "De Onde Viemos" ou “Quais as Nossas Origens” - de Ernest Muldashev, e ele ficou muito entusiasmado com as descrições dos Lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas falando com os pais sobre a Lemúria como se já conhecesse aquele povo e sua cultura.

Mais tarde, a mãe dá-lhe um segundo livro do mesmo autor, intitulado "In Search of the City of Gods” (Em Busca da Cidade dos Deuses) e, mais uma vez, olhando as figuras, ele comentava sobre as Pirâmides, os Santuários, e revelou que "As pessoas não vão encontar os conhecimentos antigos dentro da grande pirâmide de Quéops, mas sim numa outra que ainda não foi descoberta". E acrescentou: "A humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir  a Esfinge..."

Boriska também adverte sobre uma alteração dos polos magnéticos da Terra que poderá ocorrer em breve (este fato, atualmente, está sendo seriamente considerado pelos nossos cientistas) e poderão dar-se até 2013. Este, é de resto, o ano da “Operação Resgate” que muito se fala ultimamente e tem a ver com uma suposta Intervenção Extraterrestre para salvar a humanidade ou parte desta de sua própria ignorância e incompreensível renitência no mal.

Boris diz também sobre esses acontecimentos, que muitas pessoas morrerão no meio de calamidades e fala sobre a morte dizendo: “Não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente...

Quando tinha poucos anos de idade, ele começou a falar às pessoas sobre os seus "pecados". E, um dia, na rua, abordou um rapaz admoestando-o por usar drogas. Falava também com certos homens para pararem de bater em suas mulheres e prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.

É... eles já estão reencarnando! Mais um fato, mais um enviado. Como é misericordiosa a Providência Divina, nos avisando por vários meios e pessoas por toda partes do mundo!

domingo, 28 de agosto de 2011

As Linhas Espirituais Estão Livres

- Sim, ele chegou bem, mas está se recuperando nas câmaras de retificação.

- Por favor, assim que ele acordar, diga a ele para me ligar. Estamos todos muito preocupados e saudosos aqui na terra.

- Não sei se será possível senhora, talvez possa demorar semanas até que ele se reestabeleça. Seis meses de sofrimento em uma cama de UTI terrena foi muito sofrimento antes do seu desencarne.

Esse diálogo acima, certamente, será comum nos próximos anos, quando a transcomunicação instrumental tornar-se comum entre o plano material e o espiritual. Esse será um dos benefícios do novo período de regeneração que a Terra acaba de entrar.

As novas tecnologias e situações sociais que, gradativamente, se estabelecerão no nosso planeta são impensáveis, até mesmos, para os mais aficionados em ficção cientifica, porém, serão fatos comuns no cotidiano do mundo em regeneração.

Todos sabem que ser espírita ou espiritualista não é privilégio, ao contrário, nos traz mais responsabilidades, mas, também, nos coloca em uma condição de conforto e esperança inarrável.

Vejam bem. Enquanto bilhões de encarnados discutem se há ou não vida após a morte (a maioria dos ocidentais tem certeza que a morte é o fim de tudo), nós já estamos conversando e desenvolvendo equipamentos que auxiliarão e, em muitos casos, substituirão a condição do médium comum na tarefa de comunicação entre as dimensões.

A nova condição humana será inimaginável nos anos vindouros, onde doenças crônicas, violência, a fome a e corrupção deixarão de existir e o respeito mútuo e a caridade serão tão comuns quanto hoje é o egoísmo.

Realmente vale o esforço de cada um no processo inadiável da reforma íntima. Não para nos tornarmos santos, pois sabemos que a evolução é lenta e não dá saltos, mas o ideal de sermos hoje melhor que ontem e amanhã, melhor que hoje é credencial indispensável para “herdarmos a terra” parafraseando o Mestre Jesus no Sermão da Montanha (Mateus 5:1 -11).

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

NASA Fotografa Naves Gigantescas nos Anéis de Saturno

Em entrevista com o Dr. Norman Bergrun, um pesquisador e jornalista da Revista UFO norte americana, divulgou a notícia de sinais recebidos pela sonda Cassini que se originaram, possivelmente,  de naves alienígenas.

Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e da sonda mais desenvolvida tecnologicamente: Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno - o segundo maior planeta do nosso sistema solar.

Sinal gravado pela sonda Cassini, em órbita próxima de Saturno

O Dr. Norman Bergrun trabalhou como pesquisador na NASA por 12 anos – depois na Lockheed Missiles and Space Company (atualmente Lockheed Martin), onde foi responsável pelo planejamento e análise de testes de voo para o lançamento do míssil Polaris da Marinha dos EUA. Durante seus treze anos de emprego na Lockheed, também serviu como um cientista responsável pelo desenvolvimento na área espacial e de satélites.

Norman Bergrun realizou um estudo detalhado das imagens de fotos enviadas pelas sondas espaciais da NASA,  Voyager 1 (lançada em 05 de Setembro de 1977) e Voyager 2 (lançada em 20 de Agosto de 1977), e imagens relacionadas com os anéis de Saturno. Ele descobriu como os anéis são formados por radiação eletromagnética emitidas pelos veículos (UFOs) gigantes (EMV) e que estes são controlados por uma forma de inteligência extraterrestre.

Em um estudo publicado em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, ele ressalta muitas pesquisas efetuadas sobre fotos coloridas de Saturno, cuja fonte era a NASA. Nossos parabéns ao Dr. Bergrun, da comunidade de investigação, pelos seus milhares de horas de estudo e análise de documentação para chegar às suas conclusões. O doutor afirma enfaticamente: “há gigantescas aeronaves espaciais (UFOs) estacionadas em Saturno”.

A presença de tais UFOs gigantes certamente é um dos mais importantes… segredos das descobertas feitas no espaço. Grandes veículos cilíndricos, pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida e altamente sofisticada, e eles também estão presentes nas regiões de Marte e da Lua“ - afirma Norman  Bergrun.

Em 1996, o grande telescópio espacial Hubble estava à procura de novas luas em Saturno e Júpiter. Mas naquele dia, o telescópio foi capaz de tirar fotos infravermelhas de Saturno e nas fotografias foram descobertos enormes veículos misteriosos de origem desconhecida, e no entanto poderiam ser Naves Mães e/ou algum tipo de grandes naves alienígena de transporte.

Fotos tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble em infravermelho









Uma dessas naves misteriosas parece ter um diâmetro próximo ao da Terra e outra tem cerca de 50 mil quilômetros de comprimento! Em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, o Dr. Norman R. Bergrun, em colaboração com Walter Vincenti, emérito professor de aeronáutica e astronáutica da Universidade de Stanford, descreveu que os anéis de Saturno de fato não são totalmente naturais, mas teriam sido construídos artificialmente a partir das gigantescas espaçonaves cilíndricas alienígenas – veículos que circulam nos arredores e anéis de Saturno . Quem estaria fazendo e criando esses anéis em Saturno e outros dispositivos artificiais em nosso sistema solar? Qual é a razão para tudo isso?

Não nos esqueçamos que o Coronel Philip Corso, em 1947, teve um encontro com um supsto ET de Zeta Reticuli. Neste encontro, Corso perguntou de qual planeta eles vieram, e quais eram os seus objetivos. A resposta foi a seguinte: Nós somos “OS CRIADORES”, mas também somos chamados de IGIGI. Eles são, portanto, os criadores, ou melhor, povoadores de mundos? Se lermos os textos antigos Sumérios (Enuma Elish), os famosos Nephilim foram descritos como criadores e os Guardiões do Universo.

Objetos cilíndricos com o diâmetro da Terra 

Não parecem querer nos contatar, pelo menos abertamente, por agora. Mas algo está se movendo nessa direção. Nós todos sabemos que estes seres – as civilizações extraterrestres – altamente avançados tecnologicamente, o que pode não significar nada em termos de evolução espiritual, a não ser para aqueles que endeusam a tecnologia, qualquer que seja ela, podem possuir tecnologias maravilhosas em nosso sistema solar. E é de grande ajuda ter veículos que podem ser medidos em tamanho com o diâmetro de planetas como a Terra.

Um veículo extraterrestre de uma escala tão grande, tem capacidade para suportar uma civilização inteira. Eles também poderiam criar imensos anéis em torno de planetas, como Saturno ou Júpiter, luas, satélites ou criar esses mesmos corpos em torno de suas naves.

Muitas destas espaçonaves podem estar ocultas nos anéis de Saturno

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quem são esses tais "Capelinos"?

Certo grupo considerável de espíritos se caracterizava por um conjunto muito especial de qualidades e defeitos. Unidos entre si por fortes vínculos raciais, gostos e costumes, formavam uma sociedade extremamente solidária entre os seus membros, idealista e operosa, mas de exacerbada vaidade, orgulho impenitente e fanático exclusivismo.
Esses espíritos receberam o nome de Capelinos. Vieram da Constelação da Capela - Constelação de Cocheiro, que recebeu na Terra, o nome de Cabra ou Capela. A sua luz gasta 42 anos para chegar à face da Terra, considerando que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Capela ou Alfa Aurigae é, comprovadamente, um sistema de estrelas múltiplas que contém pelo menos 9 estrelas; duas delas são tidas como “gigantes amarelas”, com massa 2,6 e 2,7 vezes a massa do Sol e com dimensões que ultrapassam em 9 e 16 vezes o tamanho do Sol.
Pela força da lei divina, encarnaram na Terra, os Capelinos propuseram-se reencarnar em sucessivas ondas de nascimento na África para organizar uma civilização não somente dedicada aos engenhos materiais, mas voltada principalmente aos valores espirituais que eles próprios traziam na alma.
Suas potencialidades germinariam no Egito com o decorrer dos milênios, e eles repassariam, àquela civilização, conhecimentos valiosos que ficariam ali registrados e chegariam até os dias atuais classificados como maravilhas da humanidade. As artes, por eles desenvolvidas, e a suntuosidade de suas construções atestam os grandes conhecimentos que traziam do passado distante. O sentido oculto de sua religiosidade ainda hoje é motivo de estudo aprofundado para compreensão do elemento espiritual que cultuavam.
Tais fatos demonstram terem eles possuído um poder de raciocínio avançado de milênios em relação à época em que aqui viveram, e isso pode ser constatado por um simples confronto entre suas realizações da antiguidade e as obras executadas em épocas mais recentes pelo homem de intelecto comum. Por essa razão, há o reconhecimento da vantagem de intelecto substancial em relação à humanidade que lhes fora contemporânea.
As tribos maiores, estabelecidas ao longo do Nilo no início do período Neolítico (1), transformaram-se em pequenos reinos do antigo Egito.
Com o passar dos séculos, os pequenos reinos expandiram-se e juntaram-se uns aos outros por interesse de seus governantes. Segundo os primeiros vestígios encontrados pela arqueologia dão-nos conta de que, por volta de 3.500 a.C. coexistiram dois reinos no Egito: um no alto e outro no baixo Nilo.
Ambos organizados por leis baseadas em costumes; eram povos religiosos e conhecedores de várias ciências.
 O culto aos mortos e a crença na vida após a morte, faziam parte do cotidiano do povo, acentuaram-se no Egito do período arcaico por influência dos espíritos Capelinos, que trataram de ensinar que, além do corpo físico, há um corpo espiritual que lhe é reflexo, um molde chamado Ka(2) e em todo corpo há um espírito que sobrevive, o imortal Ba(3), representado nos afrescos por um pássaro com cabeça de homem.
Das grandes organizações sociais criadas pelos ex-capelinos, a hindu é a mais antiga, vindo depois a egípcia, a hebreia e finalmente a ariana. Remontam a mais ou menos dez mil anos os primeiros surtos de civilização terráquea, embora, a rigor, só os acontecimentos dos últimos cinco milênios sejam convictamente registrados pela História.
Em geral, as tábuas historiográficas começam as suas cronografias por volta do ano 3.000 a. C. assinalando apenas por tradição o estabelecimento do Império Tinita(4), inaugurado por Menés(5), unificador dos dois reinos egípcios.
Muitos dos Capelinos já retornaram ao seu sistema de origem, após cumprirem sua missão e alcançar suas metas íntimas, mas há ainda muitos Capelinos reencarnados na Terra, auxiliando-nos nesta fase de transição planetária.
Fontes: Exilados da Capella – Edgard Armond – Ed.Aliança, Pluralidade dos Mundos Habitados – Camille Flamarion – Ed.Ícone, Universo e Vida – Áureo/Hernani Sant´anna – Feb Editora, Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.III – Allan Kardec – Feb Editora

1. Durante o Neolítico ou Idade da Pedra Polida ocorreram grandes transformações no clima e na vegetação. O continente europeu passou a contar com temperaturas mais amenas e observamos a formação do Deserto do Saara, na África.  Novas formas de organização social surgiam e, assim, as primeiras instituições políticas do homem podem ter sido formadas nessa mesma época.
2. Entre os antigos Egípcios, o Ka designava uma espécie de alma que acreditavam que existia, tanto nos homens, como nos deuses. O conceito em si é difícil de trasladar hoje para qualquer outra língua viva através de uma só palavra. Em português, o termo que melhor o poderá traduzir será talvez o de alma.
3. Entre os antigos Egípcios, o Ba designava um princípio/elemento metafísico, imaterial, invisível e volátil que conferia ao morto, na vida de além-túmulo, a capacidade de movimento. Era metaforicamente representado por uma ave pernalta.
4. Os antigos egípcios registram suas origens na Terra de Punt, que eles chamavam Ta Netjeru, que significa "Terra dos Deuses", que atualmente acredita-se que seja a moderna Eritréia ou o Sudão. A Época Tinita refere-se a um período da história do Antigo Egito que inclui as primeira e segunda dinastias (ditas tinitas), datando de cerca de 3100 a.C. (após o período pré-dinástico) até cerca de 2700 a.C., quando se inicia o Antigo Império.
5. A identidade de Menés é um tema de debate em curso, embora o consenso geral dos egiptólogos identifica Menés como o faraó Narmer (também creditado como unificador do Egito) como o primeiro faraó, evidenciado por diferentes titularias reais nos registros históricos e arqueológicos, respectivamente.