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segunda-feira, 11 de julho de 2011

ZOANTROPIA, IDEOPLASTIA E LICANTROPIA

Se nós, os encarnados, pudéssemos imaginar o que ocorre ao nosso redor, a grande maioria, viveria em permanente espanto.

Estamos submersos em um infinito manancial de energia criadora que, só agora, a ciência moderna começa a desvendar sob o codinome de “sopa quântica”. Os espíritas já o conhecem há dois séculos com o nome de fluído cósmico universal, as filosofias hindus, há milênios, falam de um “material fluídico” especial como o nome de prana.

Esse fluído (chamaremos assim por não termos uma definição melhor) permeia e interpenetra todo universo; atravessando rochas, mares, corpos, estrelas e o vácuo, assim, absolutamente nada que possamos conceber em nosso universo está fora desta sopa cósmica.

Seria muito complexo explicar em palavras a “textura” desse fluído, mas poderemos expor superficialmente uma de suas características: a propriedade de criar formas à partir da vontade humana direcionada.

O fenômeno conhecido como ideoplastia é o efeito criador que um espírito, encarnado ou desencarnado, exerce sobre este fluído, de forma consciente ou inconsciente, plasmando no mundo astral e, até mesmo, no mundo material objetos, prédios, luzes, seres artificiais e o que mais desejar, somente imaginando e desejando fortemente que esses objetos se manifestem.

Quando ouvimos falar dos mundos “perispirituais” tais como a cidade de “Nosso Lar”, devemos lembrar que o espírito André Luiz nos narra que esse satélite espiritual foi construído à partir de portugueses desencarnados no Brasil  colonial. Mas como isso ocorreu?

Um grupo de espíritos com grande experiência em processos ideoplastas se reuniram e plasmaram, passo a passo, o orbe auxilio tão conhecido no meio espírita. Eles se utilizaram de imagens (uma espécie de projeto arquitetônico) recebidas de elevados engenheiros atrais e coube às entidades fundadoras o serviço de “pedreiros astrais”, utilizando a força de sua vontade direcionada para a composição deste mundo, bem como, seus elaborados prédios, casas e, também, dos utensílios da vida cotidiana tão bem exposto pelo espírito de André Luiz pelas mãos do médium Chico Xavier.

Com essa base, podemos imaginar que não há limites para essas construções e, conforme sabemos, as habilidades ideoplastas não estão restritas somente às entidades de luz, todos nós, os encarnados, temos essa capacidade, que também, está à disposição de entidades trevosas, que a utilizam para  inconfessáveis objetivos.

Nos processos zoantrópicos, os espíritos se utilizam da ideoplastia para modificar a sua estrutura perispiritual, ou a de terceiros, em formas animalescas e bestiais com fins diversos. Muitos deles, através de intricados processos hipnóticos, assumem por tempo indeterminado formas animais e bestiais dignas dos filmes de Hollywood, a tal ponto, que muitos se esquecem que um dia tiveram a forma humana.

Lembremos das histórias que, nossos antepassados narravam a visão, geralmente à noite, de homens-lobo ou lobisomens, em um fenômeno chamado licantropia, hoje, muito bem explicado por extensas obras espíritas e espiritualistas.

Assim, tomemos muito cuidado com que pensamos e desejamos, pois, certamente, será plasmado no mundo astral e quiçá, também, no plano material.  

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Crianças Índigo e Alcione

Há pouco tempo, palestrantes e autores espíritas, passaram a nos relatas que milhões de espíritos provenientes de “Alcione”, uma estrela de terceira grandeza, pertencente à constelação das Plêiades, já estão reencarnando na Terra.

O médium Divaldo Pereira Franco nos informa que, desde no ano de 1970 o sistema solar penetrou nessa faixa fotônica de Alcione, mas foi somente em 1982 que a Terra envolveu-se nela por completo. Segundo o médium, a partir desse ano iniciou-se “uma migração de Espíritos de alta estirpe” em direção à Terra. Esse processo de renovação da população do planeta seguirá seu curso, segundo Joanna de Ângelis – mentora espiritual de Divaldo – até o ano de 2052, quando “o planeta alcançará seu momento de grande renovação”, transformação descrita no capítulo 18, itens 27 e 28, da obra “A Gênese” de Allan Kardec, o qual explica a transição do planeta, de mundo de expiação e provas, para mundo de regeneração.

Certos grupo de crianças tem preocupado psicólogos, pedagogos, psiquiatras e sociólogos, caracterizando-se como crianças rebeldes, portadoras de distúrbios de atenção e hiperatividade (as crianças Índigo) e que estão chegando à Terra, sendo que, a maioria, proveniente do sistema de Alcione, com uma finalidade especial: criar outro biótipo humano, desenvolver na área do neocórtex com funções de natureza transcendental ou mediúnicas. O ser humano do futuro será portador de seis sentidos, acrescentando a sensação para-física, preparando a terra para a nova era de Regeneração.

Estes seres, respondendo ao apelo do Mestre Jesus, se preparam para reencarnar em nosso planeta nessa época de transição. Eles cursaram e tiveram experiências nos diversos aspectos que possam englobar as necessidades da população que “herdarão a terra”, dentre elas o desenvolvimento de características proativas, humanidade e fraternidade. São formados como educadores, espiritualistas e humanistas de grande desenvoltura e capacidades de liderança, que possuem a missão de contribuir para que os seres terrenos sejam mais amistosos, fraternos e espiritualizados, além de fornecer material genético para que o corpo humano possa suportar essas transformações.

Bem sabemos que esses espíritos estão ainda em processo de evolução, ou seja, ainda não atingiram a angelitude, porém, possuem uma alta bagagem e potencialidades para agir diretamente nos processos evolutivos do nosso planeta.

Como sempre, Jesus e seus emissários nos concedem novas oportunidades, mesmo quando nós fechamos os olhos para seus ensinamentos.

Sejam bem vindos, irmãos de Alcione !

segunda-feira, 27 de junho de 2011

UBUNTU


A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florianópolis (2006), presenteou a platéia com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.

Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para os detalhes: porque SOMOS, não pelo que temos e TODOS somos UM!


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Transmigração Planetária

Quando determinado planeta atinge seu ciclo evolutivo, os Engenheiros Siderais responsáveis por estes orbes, providenciam a separação do “joio do trigo”. Como assim? Os espíritos (encarnados e desencarnados) que não possuem afinidade com as novas vibrações destes mundos em mutação, devem migrar para orbes de acordo com sua própria freqüência. Esse movimento em massa desses seres, de um planeta para outro, é conhecido como transmigração planetária.
Temos na literatura espírita, espiritualista e afins diversas exposições à respeito. Como pelo espírito de Ramatis, na obra Mensagens do Astral, psicografada por Hercílio Maes, como também, pelas mãos de Chico Xavier em Missionários da Luz de Emmanuel e em uma obra, dita como inspirada, intitulada Exilados de Capela do autor Edgard Armond.
Entre os diversos fatos de exílio que a Terra tem recebido, tivemos vários casos isolados em pequenos grupos e, bem como, emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela (citado por Emmanuel e Edgard Armond), as quais constituíram as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios e, também, a base da raça ariana.
Grandes grupos desses exilados formaram os primórdios da civilização chinesa, onde criaram os exóticos costumes das corporações frias e impiedosas do astral inferior, conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas".
Segundo Edgar Armond: “esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."
Esses milhões de seres transmigrados para terra eram detentores de conhecimentos avançados, e de entendimento dilatados, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para a estruturação da vida social e, sobretudo, lhes deu as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora.
Essa troca de populações entre orbes de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, caracterizando sempre por expurgos de caráter seletivo. Este fenômeno se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes orbes (mundos).
É a misericórdia divina que manifesta-se, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a troca de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da caridade para com todos os seres da criados.
Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele mundo.
Como é bem sabido pela comunidade espírita e espiritualista, como também, citado em vários tópicos deste blog, o planeta Terra vive hoje a inversão do processo. Agora nosso planeta expurgará aqueles que não têm afinidade com o novo tempo de luz que nasce no horizonte. Mas não só de remanescentes formará nossa nova humanidade; espíritos de alta evolução já estão em processo de reencarne na terra com a finalidade de auxiliar nos avanços tecnológicos, sociais e políticos, além de ajudar a reconstruir a esfera estral, emocional e física do nosso orbe.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

E se eu sentir falta do Umbral?

Depois da exibição do filme “Nosso Lar” – (adaptação da obra de Chico Xavier - esp. André Luiz), aumentou-se muito a preocupação de quem vai ou não ficar no Umbral? Muitos desesperados pela possibilidade de “viver” por lá por alguns anos.

Aviso aos navegantes, ou melhor, aos encarnados: é sabido que estamos vivendo a grande transição planetária; sim, aquela história de a Terra estar mudando de mundo de “provas e expiações” para a fase de “regeneração”, dessa forma, consta no projeto dos Arquitetos Planetários a eliminação da região umbralina que cerca o planeta.

E agora? Será que todos passarão direto aos centros de apoio espiritual elevado, tais como “Nosso Lar”, “Alvorada Nova” ou outros, sem sofrer a influência da baixa vibração (provocada por nós mesmos) acumulada na atmosfera terrena?

Sinto muito! Sabe-se, com certeza, que a região do Umbral já passa por um processo de sucção de material deletério de baixa vibração e que suas entidades reticentes na ignorância do mal também estão sendo expurgadas para orbes ou planetas que melhor se adéqüem às suas vibrações. Então, nós os encarnados que, mas cedo ou tarde, partiremos, não contaremos mais com a região “purgatória” do umbral para facilitar nosso acesso aos pronto-socorros do além. É bem possível que, aqueles que não tiverem o Cristo como meta, partirão diretamente para os tais mundo atrasados “onde há muito choro e ranger de dentes”.

Muitos de nós vamos lamentar: “Oh saudades do umbral!”



sábado, 12 de março de 2011

Algemados!



Salvar-se ou ser salvo?
Salvar o próximo ou abandonar a todos?
Questões difíceis de serem entendidas quando analisamos sob o intenso astral que parece dominar o mundo. Por muitas vezes na vida fazemos essas perguntas, talvez com outras palavras, mas o sentido é sempre o mesmo.
Sabe de uma coisa? Quando deixarmos essa idéia de ser salvo para traz, talvez tenhamos uma compreensão melhor da nossa realidade. Se olharmos sem pré-julgamentos pra nós mesmos notaremos que já estamos salvos, apenas temos que tomar consciência disso. O mais difícil é tomar essa tal consciência, remédio muitas vezes amargo que dói e corroi por onde passa.
É nessa hora que nos surpreendemos com os diversos monstros amotinados que mantemos na nossa parte de dentro, todos algemados, mas acreditamos não possuirmos as chaves que os libertem.
Sim! O Evangelho de Jesus está repleto de chaves, basta agora adequar cada uma às fechaduras que mantemos em nosso íntimo.
Fiquem na Paz.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Posso Ser Feliz Sozinho?


Acredito que exemplos valem mais que qualquer palavra! Desde de cedo, aprendi nas aulas de evangelização infantil que Jesus, nosso Mestre incomparável, teria descido de suas altas vibrações (“reino dos céus”) para concluir sua obra de amor pela humanidade terrena e, assim, encaminhar Sua própria felicidade plena.

Pois bem! Podemos dizer que Jesus é o grande mestre, inatingível para nós, simples espíritos vacilantes, no momento atual de evolução, mas foi Ele mesmo quem nos convidou para “sermos perfeitos como o Pai celestial o é”, então sigamos o modelo de Jesus, compreendendo que a felicidade de um vai depender sempre da felicidade do grupo onde estamos inseridos.

Ainda assim, se acharmos o exemplo do mestre Jesus muito difícil de ser atingido, lembremos do apóstolo moderno Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante, notável esponte espírita, cuja a vida não faltaram exemplos de amor e caridade quando ele ainda se encontrava encarnado. Interessante mesmo é a história dele ao descarnar e chegar ao Plano Espiritual, narrada pelo médium conferencista espírita Divaldo Pereira Franco. Diz a narrativa que incontáveis almas que ele ajudou quando encarnado se encontravam ao ser redor para recebê-lo em grande coro de agradecimento, a tal ponto de Celina, a venerável auxiliar direta de Maria - mãe de Jesus -convidá-lo a se “mudar” para qualquer orbe mais adiantado que escolhesse, dentro do Sistema Solar, onde ele poderia continuar sua jornada evolutiva. Para surpresa e espanto de todos, eles declinou muito agradecido da oferta divina mais ou menos assim: “Agradeço de coração o convite vindo de um ser tão celestial, mas não posso ter minha felicidade plena sem que meus irmão da Terra ainda permaneçam sob o látego das trevas. Escolho, se eu tiver o direito, em permanecer entre eles e ajudá-los em sua jornada, que também é a minha própria”.

Somos seres criados para vivermos em sociedade para nos ajudarmos mutuamente e compreender que somente seremos felizes quando a humanidade concluir conjuntamente sua Obra Divina. Se fosse diferente teríamos sido criados de forma isolada, cada um em um planeta, mas a própria natureza é o exemplo maior da interdependência das unidades para a harmonia do todo.

Temos sempre que nos cuidar, ou seja, “orar e vigiar”. Os terapeutas terrenos, em sua maoiria, possui a técnica do isolamento interior dos seres, cercando seus egos do meio externo, como se isso fosse possível. Assim, seguem vários “pacientes” como se fossem Siddharthas Gautamas modernos, isolados do mundo pelos seus pais monarcas em um castelo de vidro. Nobre e passageira ilusão. Mas, na verdade, temos é que nos tornar “Budas”, ou seja, “despertos ou iluminados”. Se os outros não estão contribuindo para a nossa felicidade é porque nós estamos nos movendo pelo lodaçal do egoísmo e negando a ajudá-las elas mesmas a se tornarem felizes.

Bem sabemos que a Terra deixa agora o período de provas e expiações para a tão desejada “regeneração”, onde todos serão responsáveis pela felicidade mutua. Lutemos para permanecermos aqui, porque vai ser muito bom!